Criar um site profissional envolve muito mais do que escolher algumas cores, adicionar imagens e publicar páginas na internet.
O site precisa representar o negócio, apresentar os serviços com clareza, responder às dúvidas do público e facilitar o contato. Ele também precisa funcionar no celular, carregar corretamente e possuir uma estrutura que possa ser compreendida pelos visitantes e pelos mecanismos de busca.
Por isso, meu trabalho começa antes da construção das páginas.
Antes de abrir o WordPress ou definir o visual, procuro entender quem é o profissional ou a empresa, o que oferece, quem deseja alcançar, como funciona o atendimento e qual ação o visitante deve realizar.
Neste conteúdo, explico como funciona criar um site profissional comigo, desde a primeira conversa até a entrega.
Você vai entender:
- como acontece o primeiro contato;
- quais informações são analisadas;
- como preparo a proposta;
- como funciona o briefing;
- quem organiza os textos;
- como as páginas são planejadas;
- como acontece o desenvolvimento;
- como o cliente acompanha o projeto;
- como funcionam as revisões;
- o que é verificado antes da publicação;
- quais acessos são entregues;
- como funciona o suporte após o lançamento.
O objetivo é deixar o processo claro antes mesmo de você solicitar um orçamento.
Atualizado em 29 de julho de 2026.
Quem sou e com quem trabalho
Sou Wesley Assis, web designer autônomo em Salvador, Bahia.
Trabalho com desenvolvimento de sites profissionais para profissionais liberais, empresas, lojistas, prestadores de serviços e infoprodutores.
Entre os projetos que posso desenvolver estão:
- sites institucionais;
- landing pages;
- páginas de vendas;
- lojas virtuais;
- páginas de captura;
- portfólios;
- blogs;
- páginas para campanhas;
- sites de eventos;
- projetos personalizados.
Cada tipo de negócio possui uma necessidade diferente.
Um psicólogo pode precisar apresentar sua abordagem, explicar como funciona o atendimento e facilitar o agendamento.
Um advogado pode precisar organizar suas áreas de atuação, informações do escritório, localização e canais de contato.
Um contador pode utilizar o site para explicar serviços, atender empresas e publicar conteúdos que respondam dúvidas frequentes.
Um lojista pode precisar de uma loja virtual com catálogo, pagamento, cálculo de frete e acompanhamento dos pedidos.
Um infoprodutor pode precisar de uma página de vendas para apresentar um curso, mentoria, consultoria ou produto digital.
Por isso, não começo um projeto escolhendo um modelo ou decidindo aleatoriamente quantas páginas serão criadas.
Primeiro preciso entender o negócio, o público e o objetivo.
Você pode conhecer alguns dos projetos apresentados no meu portfólio de sites desenvolvidos.
O que significa criar um site profissional?
Um site profissional não é definido apenas pela aparência.
Ele precisa combinar:
- conteúdo;
- organização;
- identidade visual;
- facilidade de navegação;
- funcionamento técnico;
- objetivo comercial;
- adaptação para diferentes telas;
- caminhos de contato.
Ao entrar no site, o visitante precisa conseguir entender rapidamente:
- qual é a empresa;
- o que ela oferece;
- para quem o serviço é indicado;
- onde atende;
- como funciona o processo;
- por que deveria considerar aquela opção;
- como entrar em contato;
- qual é a próxima etapa.
Um site pode ser bonito e continuar confuso.
Também pode apresentar muitas informações e não conduzir o visitante para nenhuma ação.
Durante o desenvolvimento, procuro equilibrar visual, conteúdo e funcionamento.
Títulos, textos, imagens, botões, formulários e seções são organizados de acordo com o que o visitante precisa encontrar.
A estrutura também precisa funcionar corretamente no celular.
Não adianta uma página ficar bonita no computador e apresentar textos cortados, botões pequenos, imagens desalinhadas ou formulários difíceis de preencher em uma tela menor.
O processo para criar um site profissional
O processo é dividido em etapas.
Dependendo do projeto, algumas podem acontecer de forma diferente. Porém, normalmente seguimos esta sequência:
- Primeiro contato.
- Diagnóstico da necessidade.
- Proposta.
- Formalização.
- Briefing.
- Organização dos materiais.
- Estrutura das páginas.
- Conteúdo.
- Direção visual.
- Desenvolvimento.
- Ajustes para celular.
- Configurações técnicas.
- Apresentação.
- Revisões.
- Testes.
- Aprovação.
- Publicação.
- Entrega dos acessos.
- Orientação.
- Suporte.
Essa divisão evita que decisões importantes sejam tomadas sem informação suficiente.
1. O primeiro contato acontece pelo WhatsApp
O primeiro contato normalmente acontece pelo WhatsApp.
Você me apresenta seu negócio, explica o que precisa e informa se já possui alguma estrutura digital.
Não é necessário saber qual tecnologia utilizar, quantas páginas contratar ou como organizar o site.
Durante essa conversa, posso fazer perguntas como:
- Qual é sua área de atuação?
- Quais serviços ou produtos você oferece?
- Quem é seu público?
- Você atende em uma cidade específica?
- O atendimento é presencial, online ou nos dois formatos?
- Você já possui domínio?
- Já possui hospedagem?
- Tem identidade visual?
- Já teve outro site?
- Deseja vender diretamente pela página?
- O visitante deverá entrar no WhatsApp, preencher um formulário ou concluir uma compra?
- Existe uma data importante para o lançamento?
- Você pretende anunciar?
- Precisa integrar alguma ferramenta?
- Já possui textos e imagens?
- Quem será responsável pelas aprovações?
Essas perguntas ajudam a entender o cenário.
Um profissional que deseja apenas apresentar seus serviços não precisa receber a mesma proposta de uma empresa que pretende vender produtos, publicar conteúdos e integrar diferentes sistemas.
A primeira conversa também serve para verificar se o projeto pode ser atendido dentro das condições necessárias.
2. Diagnóstico da necessidade
Depois de entender o cenário, avalio qual tipo de estrutura é mais adequado.
Em alguns casos, o cliente pede um site completo, mas uma landing page resolve melhor a necessidade.
Em outros, acredita que precisa somente de uma página, mas possui vários serviços que exigem uma organização maior.
O diagnóstico considera fatores como:
- quantidade de serviços;
- quantidade de produtos;
- volume de informação;
- necessidade de blog;
- venda online;
- pagamento;
- agendamento;
- formulários;
- localização;
- público;
- integrações;
- materiais disponíveis;
- prazo;
- estratégia de divulgação.
Também verifico o que já existe.
Quando o cliente possui um site antigo, analiso se vale a pena reformular a estrutura atual ou desenvolver outra.
Quando já existe domínio, hospedagem, identidade visual ou conteúdo, verifico o que pode ser aproveitado.
Esse diagnóstico evita contratar páginas ou recursos que não serão utilizados.
3. Preparação da proposta
Depois de compreender o projeto, preparo uma proposta personalizada.
Ela apresenta o que será desenvolvido e as condições do serviço.
Dependendo do projeto, a proposta pode incluir:
- tipo de site;
- quantidade de páginas;
- recursos incluídos;
- integrações;
- organização dos textos;
- tratamento das imagens;
- versão para celular;
- formulários;
- botão de WhatsApp;
- blog;
- configuração de domínio;
- publicação;
- prazo estimado;
- investimento;
- forma de pagamento;
- etapas de aprovação;
- período de suporte;
- responsabilidades de cada parte.
O cliente recebe essas informações por escrito antes do início.
Isso permite analisar o escopo e esclarecer dúvidas.
Não inicio o desenvolvimento apenas com base em uma conversa informal.
O projeto precisa ter uma estrutura definida para que todos saibam o que está incluído.
A proposta é igual para todos?
Não.
O investimento e o cronograma dependem do escopo.
Uma landing page com uma oferta e um formulário não possui a mesma complexidade de uma loja virtual com produtos, categorias, pagamentos e frete.
Um site institucional com cinco páginas também não exige a mesma estrutura de um portal com blog, busca e vários tipos de conteúdo.
Entre os fatores que influenciam a proposta estão:
- quantidade de páginas;
- tamanho dos textos;
- produção ou revisão de conteúdo;
- quantidade de produtos;
- integrações;
- formulários específicos;
- sistema de agendamento;
- área restrita;
- idiomas;
- migração;
- prazo;
- recursos personalizados;
- quantidade de materiais disponíveis.
O orçamento é definido depois que essas necessidades são compreendidas.
4. Formalização, pagamento e início
Após a aprovação da proposta, o serviço é formalizado conforme as condições combinadas.
O contrato pode registrar:
- serviço contratado;
- escopo;
- responsabilidades;
- etapas;
- investimento;
- forma de pagamento;
- prazo estimado;
- condições de revisão;
- entrega dos materiais;
- suporte;
- cancelamento;
- propriedade dos conteúdos;
- entrega de acessos.
O desenvolvimento começa depois da formalização e do pagamento inicial previsto.
Essa organização protege o cliente e o profissional.
Também evita dúvidas sobre o que está incluído e quando cada etapa deverá acontecer.
5. Briefing do projeto
O briefing é o levantamento de informações usado para planejar o site.
Ele pode ser preenchido por formulário ou construído durante uma conversa, dependendo do projeto.
No briefing, procuro entender:
- história do negócio;
- serviços;
- produtos;
- público;
- localização;
- diferenciais;
- tom da comunicação;
- dúvidas dos clientes;
- processo de atendimento;
- identidade visual;
- concorrentes;
- referências;
- objetivos;
- chamadas para ação;
- contatos;
- redes sociais;
- políticas;
- informações obrigatórias.
O briefing não é apenas uma formalidade.
Ele fornece a base para o conteúdo, o visual e a estrutura das páginas.
Quando as respostas são muito genéricas, o site corre o risco de ficar parecido com páginas de várias outras empresas.
Por isso, faço perguntas complementares quando necessário.
6. Organização dos textos
Muitos clientes conseguem explicar o serviço durante uma conversa, mas têm dificuldade para organizar essa explicação em uma página.
Com base no briefing, posso estruturar os textos do site.
O cliente precisa fornecer informações corretas sobre:
- serviços;
- produtos;
- público;
- forma de atendimento;
- preços, quando forem apresentados;
- prazos;
- qualificações;
- localização;
- políticas;
- dados de contato;
- condições comerciais.
A partir dessas informações, organizo o conteúdo em uma sequência compreensível.
Os textos podem incluir:
- apresentação;
- explicação dos serviços;
- benefícios;
- processo;
- diferenciais;
- perguntas frequentes;
- chamadas para contato;
- informações locais;
- políticas;
- orientações.
Depois, o cliente revisa e confirma se as informações representam corretamente o negócio.
Não publico afirmações jurídicas, clínicas, financeiras, fiscais ou técnicas sem a validação do responsável.
O Google recomenda que páginas sejam escritas de maneira clara, organizada, útil e com informações próprias. Você pode consultar essas orientações no guia oficial para criação de conteúdo útil.
7. Materiais necessários
Os materiais variam conforme o projeto.
Normalmente, posso solicitar:
- logotipo;
- cores da marca;
- fontes;
- fotos;
- descrição dos serviços;
- dados de contato;
- endereço;
- redes sociais;
- documentos;
- depoimentos autorizados;
- certificados;
- avaliações;
- lista de produtos;
- preços;
- políticas;
- informações da equipe.
Nem todo cliente possui tudo pronto.
Quando não existe uma identidade visual completa, posso trabalhar com os elementos disponíveis e propor uma direção visual compatível com o negócio.
Quando não existem fotos profissionais, oriento sobre quais imagens seriam necessárias.
Também podem ser usadas imagens licenciadas quando isso estiver previsto na proposta.
O importante é evitar fotos sem autorização, materiais de baixa qualidade ou imagens que não representem o serviço.
8. Planejamento das páginas
Antes de criar o visual, organizo a arquitetura do site.
Essa etapa define onde cada informação ficará e como o visitante navegará.
Um site institucional pode ter páginas como:
- Início;
- Sobre;
- Serviços;
- Portfólio;
- Blog;
- Perguntas frequentes;
- Contato;
- Política de Privacidade;
- Política de Cookies;
- Termos de Uso.
Essa estrutura não é obrigatória para todos.
Alguns projetos podem reunir várias informações na página inicial.
Outros precisam de uma página separada para cada serviço.
A organização depende do volume de conteúdo, da estratégia e da forma como o público procura a empresa.
Também defino:
- menu;
- ordem das seções;
- caminhos de contato;
- links internos;
- áreas de apresentação;
- formulários;
- chamadas para ação;
- informações do rodapé.
A documentação oficial do WordPress explica que páginas são adequadas para conteúdos permanentes, como Sobre, Contato, serviços e informações institucionais. Também podem ser organizadas em uma hierarquia de páginas principais e subpáginas. Você pode consultar a explicação em criação e organização de páginas no WordPress.
9. Planejamento da página inicial
A página inicial precisa apresentar o negócio rapidamente.
A primeira área normalmente deve ajudar o visitante a entender:
- O que está sendo oferecido?
- Para quem é oferecido?
- Qual ação deve ser realizada?
Depois, a página pode apresentar:
- serviços;
- benefícios;
- processo;
- projetos;
- avaliações;
- perguntas frequentes;
- contato.
Não existe um único modelo adequado para todos.
Uma clínica, uma loja, um escritório e uma página de venda precisam de abordagens diferentes.
A quantidade de elementos também deve ser controlada.
Adicionar muitas animações, banners, textos e botões pode deixar a página pesada e confusa.
A prioridade é apresentar as informações com clareza.
10. Direção visual
Depois de organizar a estrutura, começo a direção visual.
O design considera:
- identidade da marca;
- público;
- segmento;
- tipo de serviço;
- conteúdo;
- objetivo;
- referências aprovadas;
- facilidade de leitura.
São definidos elementos como:
- cores;
- tipografia;
- espaçamentos;
- tamanhos;
- botões;
- ícones;
- imagens;
- fundos;
- divisões de seção.
O visual não é escolhido apenas com base em gosto pessoal.
Uma combinação pode ser bonita e ainda assim não funcionar para aquele negócio.
Cores com pouco contraste dificultam a leitura.
Fontes muito decorativas podem prejudicar textos longos.
Botões discretos demais podem passar despercebidos.
Imagens excessivamente pesadas podem atrasar o carregamento.
Cada escolha precisa considerar aparência e uso.
O site é feito com um modelo pronto?
Posso utilizar componentes, estruturas e referências para agilizar etapas, mas o projeto é adaptado ao objetivo do cliente.
Isso significa que não basta trocar o logotipo e as cores de uma página genérica.
Textos, imagens, páginas, seções e caminhos de contato precisam representar o negócio atendido.
Mesmo dois profissionais da mesma área podem precisar de sites diferentes.
Um pode trabalhar presencialmente e depender de agendamento.
Outro pode atender online, vender consultoria e publicar conteúdos.
A estrutura precisa refletir essas diferenças.
11. Desenvolvimento em WordPress e Elementor
Meus projetos são desenvolvidos principalmente em WordPress com Elementor.
O WordPress é utilizado para administrar:
- páginas;
- posts;
- imagens;
- usuários;
- menus;
- categorias;
- configurações;
- diferentes recursos do site.
O Elementor é utilizado para a construção visual das páginas.
Também podem ser necessários plugins para funções específicas, como:
- formulários;
- cache;
- segurança;
- SEO;
- backups;
- integrações;
- loja virtual;
- envio de e-mails.
Não instalo recursos apenas para aumentar a quantidade de funções.
Cada plugin adiciona código e pode afetar compatibilidade, manutenção e desempenho.
Procuro utilizar apenas o necessário para cada projeto.
12. Ambiente de desenvolvimento
O site é construído em um ambiente de trabalho antes da publicação definitiva.
Durante essa etapa, configuro:
- cabeçalho;
- rodapé;
- menu;
- páginas;
- seções;
- botões;
- formulários;
- links;
- blog;
- elementos visuais;
- integrações.
O cliente não precisa acompanhar cada ajuste técnico.
A apresentação acontece quando existe uma versão suficientemente estruturada para avaliação.
Mostrar páginas ainda incompletas, sem textos ou com elementos provisórios pode dificultar a compreensão do projeto.
Por isso, organizo a apresentação em etapas que permitam analisar o conjunto.
13. Ajustes para celular e tablet
A versão para celular faz parte do desenvolvimento.
Durante os ajustes, verifico:
- tamanho dos textos;
- largura das seções;
- distância entre elementos;
- botões;
- imagens;
- menu;
- formulários;
- alinhamento;
- ordem do conteúdo;
- áreas clicáveis.
Algumas seções não podem apenas ser reduzidas.
Elas precisam ser reorganizadas.
Um conteúdo que aparece em quatro colunas no computador pode precisar de uma sequência vertical no celular.
Imagens de fundo podem precisar de outro posicionamento.
Títulos longos podem exigir um tamanho diferente.
O Elementor disponibiliza ferramentas específicas para ajustar elementos em diferentes tamanhos de tela, conforme explica a documentação de edição responsiva do Elementor.
14. Configurações básicas de SEO
O projeto pode incluir configurações fundamentais de SEO conforme o escopo contratado.
Isso pode envolver:
- títulos das páginas;
- metadescrições;
- URLs organizadas;
- hierarquia de títulos;
- texto alternativo das imagens;
- sitemap;
- indexação;
- links internos;
- dados estruturados;
- conexão com ferramentas do Google.
Essas configurações ajudam os mecanismos de busca a acessar e compreender o site.
Elas não representam garantia de primeira posição.
O posicionamento depende de fatores como:
- concorrência;
- conteúdo;
- autoridade;
- localização;
- procura;
- avaliações;
- atualizações;
- desempenho;
- estratégia contínua.
Meu trabalho é entregar uma base organizada e evitar erros técnicos que dificultem a descoberta das páginas.
O próprio Google informa que SEO ajuda os mecanismos a entenderem o conteúdo e facilita que usuários encontrem o site. O Google também esclarece que não existe configuração capaz de garantir automaticamente a primeira posição. Essas orientações estão no Guia de SEO para iniciantes da Pesquisa Google.
15. Formulários, WhatsApp e canais de contato
Os canais de contato são definidos conforme o comportamento esperado do visitante.
Um site pode incluir:
- botão de WhatsApp;
- formulário;
- telefone;
- e-mail;
- mapa;
- agendamento;
- checkout;
- links para redes sociais.
O WhatsApp pode receber uma mensagem relacionada à página acessada.
Por exemplo, uma pessoa que chega por uma página sobre criação de sites pode abrir o WhatsApp com uma frase diferente de quem chega por uma página sobre loja virtual.
Isso ajuda a identificar o interesse antes de iniciar a conversa.
Os formulários também precisam solicitar apenas as informações necessárias.
Formulários longos podem afastar visitantes.
Formulários curtos demais podem não oferecer contexto suficiente.
O equilíbrio depende do tipo de atendimento.
16. Acompanhamento do projeto
O cliente participa das decisões importantes.
Durante o desenvolvimento, pode acompanhar etapas como:
- estrutura;
- direção visual;
- textos;
- páginas;
- integrações;
- versão final.
O formato de acompanhamento é definido conforme o projeto.
Posso enviar um endereço de testes, imagens, vídeos ou apresentar as páginas durante uma chamada.
A participação do cliente é necessária para validar informações e evitar que decisões importantes sejam tomadas sem aprovação.
Ao mesmo tempo, o processo é organizado para que não seja necessário aprovar cada espaçamento ou configuração técnica.
17. Revisões
Depois da apresentação, o cliente analisa o projeto e envia os ajustes.
Recomendo reunir as solicitações em uma lista organizada.
Os ajustes podem envolver:
- textos;
- imagens;
- cores;
- ordem das seções;
- botões;
- informações;
- links;
- detalhes visuais.
As condições e a quantidade de ciclos de revisão são definidas na proposta.
Revisar não significa reconstruir todo o projeto em uma direção diferente depois que a estrutura foi aprovada.
Por isso, referências, objetivos e preferências são discutidos durante o briefing.
Quando surge uma necessidade que não estava prevista, avalio o impacto e informo se será necessário atualizar o escopo.
18. Prazo de desenvolvimento
O prazo depende do projeto.
Não existe um número único que sirva para todos os sites.
O cronograma pode ser influenciado por:
- quantidade de páginas;
- recursos;
- textos;
- produtos;
- integrações;
- envio dos materiais;
- velocidade das aprovações;
- revisões;
- complexidade;
- migração;
- domínio;
- hospedagem.
O prazo é informado na proposta depois da definição do escopo.
Ele normalmente começa a contar após a formalização, o pagamento inicial e o recebimento dos materiais necessários.
Quando o cliente demora para enviar informações ou aprovar etapas, o cronograma pode precisar ser atualizado.
O que pode atrasar o projeto?
Os atrasos mais comuns acontecem quando:
- o briefing está incompleto;
- faltam fotos;
- os serviços ainda não foram definidos;
- o cliente altera o posicionamento;
- os textos não são aprovados;
- não existe acesso ao domínio;
- a hospedagem apresenta limitações;
- uma integração depende de terceiros;
- surgem páginas não previstas;
- produtos são enviados sem informações;
- várias pessoas aprovam separadamente.
Para reduzir esses problemas, defino o que precisa ser enviado e centralizo as decisões com o responsável indicado.
19. Testes antes da publicação
Antes de colocar o site no ar, realizo uma revisão técnica e visual.
O checklist pode incluir:
- menu;
- links;
- botões;
- formulários;
- WhatsApp;
- e-mails;
- imagens;
- textos;
- páginas legais;
- versão para celular;
- versão para computador;
- domínio;
- certificado de segurança;
- indexação;
- sitemap;
- informações de contato;
- favicon;
- compartilhamento em redes sociais;
- backups;
- cache;
- páginas de erro;
- integrações.
Também simulo ações importantes.
Em uma loja virtual, verifico itens como:
- cadastro;
- carrinho;
- pagamento;
- frete;
- pedido;
- mensagens.
Em uma landing page, verifico:
- formulário;
- botão;
- página de destino;
- mensagem de confirmação;
- integração.
Em um site institucional, testo contato, navegação e apresentação dos serviços.
20. Aprovação final
O site só é publicado depois da revisão e da aprovação do cliente.
Antes de aprovar, o responsável deve conferir:
- textos;
- serviços;
- preços, quando houver;
- contatos;
- endereço;
- dados profissionais;
- políticas;
- imagens;
- informações da equipe;
- condições comerciais.
Essa aprovação é importante porque sou responsável pela construção, mas as informações do negócio precisam ser confirmadas pelo cliente.
21. Publicação no domínio
Depois da aprovação, preparo a publicação no endereço definitivo.
Essa etapa pode envolver:
- configuração do domínio;
- instalação;
- migração;
- certificado HTTPS;
- banco de dados;
- e-mails;
- cache;
- integrações;
- testes finais.
Quando o cliente ainda não possui domínio ou hospedagem, oriento sobre a contratação.
Esses serviços devem ficar registrados com os dados do próprio cliente sempre que possível.
O cliente não deve depender da minha conta pessoal para manter seu domínio ou hospedagem.
22. Entrega dos acessos
Após a publicação e a conclusão das condições previstas, entrego os acessos relacionados ao projeto.
Dependendo da estrutura, isso pode incluir:
- WordPress;
- hospedagem;
- domínio;
- e-mail;
- ferramentas de análise;
- integrações;
- loja virtual;
- serviços externos.
Também explico onde cada acesso é utilizado.
Recomendo que o cliente:
- guarde as senhas;
- utilize um e-mail próprio;
- ative verificação em duas etapas;
- evite compartilhar acessos sem necessidade;
- mantenha os dados de cobrança atualizados;
- retire o acesso de colaboradores que não trabalham mais no negócio.
23. Orientação após a entrega
Quando previsto na proposta, ofereço uma orientação básica sobre o uso da estrutura.
Ela pode mostrar como:
- acessar o WordPress;
- alterar textos simples;
- substituir imagens;
- publicar artigos;
- visualizar formulários;
- acompanhar pedidos;
- atualizar produtos;
- criar usuários;
- realizar tarefas básicas.
O objetivo não é transformar o cliente em desenvolvedor.
É permitir que faça alterações simples sem depender de suporte para qualquer mudança.
Alterações estruturais, integrações e correções técnicas precisam ser feitas com cuidado.
24. Suporte e manutenção
O suporte depende das condições da proposta.
Pode existir um período após a publicação para:
- dúvidas;
- correções;
- orientações;
- ajustes pontuais relacionados ao escopo;
- verificação do funcionamento.
Esse suporte não inclui automaticamente novas páginas, reformulação ou recursos que não estavam previstos.
Depois do período inicial, o cliente pode contratar manutenção ou solicitar serviços separadamente.
Um site em WordPress precisa de acompanhamento porque o sistema, os plugins, os servidores e as integrações recebem atualizações.
Também é importante revisar periodicamente:
- contatos;
- preços;
- serviços;
- equipe;
- políticas;
- fotos;
- certificados;
- produtos;
- informações de atendimento.
A documentação oficial do WordPress recomenda manter cópias dos arquivos e do banco de dados para que o site possa ser restaurado quando necessário. Você pode consultar o material sobre backups no WordPress.
O site possui mensalidade?
O desenvolvimento é cobrado conforme a proposta.
Depois da entrega, continuam existindo custos externos, como:
- domínio;
- hospedagem;
- e-mail;
- ferramentas;
- plugins pagos;
- manutenção;
- integrações;
- taxas de pagamento.
Esses valores variam conforme a estrutura.
Mesmo quando não existe mensalidade de desenvolvimento, domínio e hospedagem precisam ser renovados.
Em uma loja virtual, também podem existir taxas de meios de pagamento, sistemas de entrega e outros serviços.
Essas condições são explicadas antes da contratação.
O que não está incluído automaticamente?
Um projeto de site não inclui automaticamente todos os serviços relacionados ao marketing digital.
Itens avaliados separadamente podem incluir:
- tráfego pago;
- gerenciamento de redes sociais;
- identidade visual completa;
- produção fotográfica;
- tradução;
- cadastro extenso de produtos;
- textos técnicos revisados por especialistas;
- sistemas personalizados;
- manutenção contínua;
- hospedagem;
- domínio;
- ferramentas pagas;
- gestão do Perfil da Empresa no Google.
A proposta informa exatamente o que faz parte do serviço.
Qual é a responsabilidade do cliente?
O desenvolvimento é uma colaboração.
Para o projeto avançar, o cliente precisa:
- fornecer informações corretas;
- enviar materiais;
- responder às dúvidas;
- revisar os textos;
- aprovar etapas;
- informar mudanças;
- centralizar decisões;
- cumprir as condições combinadas.
Não é necessário conhecer WordPress, design ou SEO.
Essa é a parte que assumo no projeto.
Mas ninguém conhece o negócio melhor do que o próprio cliente.
A combinação entre conhecimento do negócio e organização técnica permite construir um site mais coerente.
Como saber se você está pronto para começar?
Você não precisa ter tudo pronto.
Mas deve conseguir responder algumas perguntas:
- O que você vende?
- Quem você atende?
- Qual ação deseja que o visitante realize?
- Como funciona seu atendimento?
- Quais dúvidas os clientes sempre fazem?
- Você possui fotos?
- Tem identidade visual?
- Existe uma data importante?
- Quem aprovará o projeto?
- Existe orçamento disponível?
Quando algumas respostas ainda não estão claras, o briefing ajuda a organizar.
O projeto não precisa esperar uma situação perfeita, mas também não deve começar sem objetivo.
Perguntas frequentes sobre criar um site profissional
Como faço para solicitar um orçamento?
Entre em contato pelo WhatsApp e envie uma breve apresentação do negócio, sua área de atuação e o principal objetivo do site.
Com essas informações, faço perguntas complementares e avalio a estrutura necessária.
Preciso saber quantas páginas quero?
Não.
Posso recomendar a estrutura depois de entender os serviços, o público e o objetivo.
A quantidade de páginas deve ser consequência das informações que precisam ser apresentadas.
Preciso ter domínio e hospedagem antes de entrar em contato?
Não precisa contratar antes da conversa.
Caso ainda não tenha, oriento sobre o processo.
Quando já existem domínio e hospedagem, verifico se podem ser utilizados no projeto.
O domínio e a hospedagem ficam no meu nome?
Sempre que possível, domínio e hospedagem devem ser cadastrados com os dados do cliente.
Isso garante acesso e autonomia sobre a própria estrutura.
Você escreve os textos do site?
Posso organizar e desenvolver os textos com base no briefing e nas informações fornecidas.
O cliente revisa e aprova tudo antes da publicação.
Conteúdos que exigem responsabilidade profissional específica precisam ser validados pelo especialista.
Preciso enviar fotos profissionais?
Fotos próprias ajudam a apresentar o negócio com mais autenticidade.
Quando ainda não existem, posso orientar sobre o que precisa ser produzido ou usar imagens licenciadas conforme a proposta.
Posso acompanhar o desenvolvimento?
Sim.
O acompanhamento acontece nas etapas de apresentação e aprovação definidas no projeto.
Quantas alterações posso solicitar?
As condições de revisão ficam registradas na proposta.
Ajustes dentro do escopo são tratados nos ciclos previstos. Novas páginas ou funções podem exigir atualização do orçamento.
Quanto tempo leva para criar um site profissional?
O prazo é definido após a análise do escopo.
Ele depende da quantidade de páginas, recursos, materiais, integrações e velocidade das aprovações.
O site aparecerá no Google?
O site pode receber configurações de rastreamento, indexação, títulos, descrições, sitemap e estrutura básica de SEO.
Isso não garante uma posição específica.
O desempenho depende da concorrência, do conteúdo, da localização, da autoridade e de outros fatores.
O site funcionará no celular?
Sim.
As páginas são ajustadas para computador, tablet e celular.
Posso alterar o conteúdo depois da entrega?
Sim.
O WordPress permite administrar páginas, artigos, imagens e outros conteúdos.
O nível de edição disponível depende da estrutura desenvolvida e dos acessos entregues.
Você oferece manutenção?
A manutenção pode ser contratada conforme a necessidade.
O suporte inicial e as condições posteriores são informados na proposta.
Você desenvolve loja virtual?
Sim.
Uma loja virtual exige análise de produtos, pagamentos, frete, políticas, estoque e operação.
Você desenvolve landing page?
Sim.
Landing pages são indicadas para campanhas, anúncios, captação de contatos e vendas específicas.
O site substitui o Instagram e o WhatsApp?
Não.
Site, Instagram, Google e WhatsApp cumprem funções diferentes.
O site organiza as informações e oferece uma base própria. As redes sociais ajudam na distribuição de conteúdo. O WhatsApp facilita a conversa.
Você também configura o Perfil da Empresa no Google?
Essa configuração depende do serviço contratado.
Quando estiver incluída na proposta, posso auxiliar na organização e configuração das informações.
Quem será responsável pelo site depois da entrega?
O cliente recebe os acessos e passa a ter controle sobre a estrutura.
Pode administrar conteúdos básicos ou contratar manutenção para acompanhamento técnico.
Posso ver projetos desenvolvidos anteriormente?
Sim. Você pode conhecer meu portfólio e os serviços apresentados no site.
Conclusão
Criar um site profissional comigo é um processo dividido em etapas.
Primeiro procuro entender o negócio e o objetivo.
Depois preparo a proposta, organizo o briefing, estruturo as páginas, desenvolvo os textos, defino a direção visual e construo as funções necessárias.
O cliente acompanha, revisa e aprova antes da publicação.
Após os testes, o site é colocado no domínio definitivo e os acessos são entregues conforme o projeto.
Essa organização evita decisões apressadas e permite construir uma estrutura que represente o negócio com clareza.
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Fontes consultadas
- Wesley Assis Web Design, serviços, processo e portfólio
- WordPress, criação e organização de páginas
- WordPress, orientações oficiais sobre backups
- Elementor, edição responsiva para diferentes telas
- Google Search Central, Guia de SEO para iniciantes
- Google Search Central, como criar conteúdo útil e confiável




