O Google está recebendo mais pesquisas com a expansão dos recursos de inteligência artificial. Ao mesmo tempo, determinados sites estão registrando menos visitas vindas dos resultados de busca.
As duas situações podem acontecer juntas.
Nos resultados do segundo trimestre de 2026, a Alphabet informou crescimento de 17% na receita de Pesquisa e Outros. O Google também declarou que o Modo IA ultrapassou 1 bilhão de usuários mensais e que seus recursos de IA estão enviando bilhões de cliques para sites todas as semanas.
Isso mostra que a Pesquisa continua crescendo. Porém, o crescimento total não significa que todos os sites estejam recebendo mais visitas.
Quando o Google apresenta uma resposta suficientemente completa dentro das Visões gerais criadas por IA ou do Modo IA, parte das pessoas pode encerrar a pesquisa sem acessar a fonte original.
Esse cenário costuma ser chamado de Google Zero.
Atualizado em 29 de julho de 2026.
O que significa Google Zero?
Google Zero é uma expressão usada no mercado digital para descrever pesquisas que terminam dentro do próprio Google, sem que o usuário clique em um resultado externo.
Não é o nome oficial de um produto, atualização ou programa do Google.
As pesquisas sem clique já existiam antes dos recursos generativos. O Google apresenta há anos informações diretamente na página de resultados, como:
- previsão do tempo;
- placares esportivos;
- cálculos;
- conversão de moedas;
- mapas;
- horários de estabelecimentos;
- definições;
- respostas curtas.
A diferença é que as Visões gerais criadas por IA e o Modo IA conseguem responder perguntas mais complexas, reunir informações de diferentes páginas e permitir que o usuário continue fazendo perguntas sobre o mesmo assunto.
Em uma pesquisa tradicional, o processo geralmente acontecia assim:
- A pessoa pesquisava uma dúvida.
- O Google apresentava uma lista de páginas.
- O usuário escolhia um resultado.
- O site recebia a visita.
- A empresa tentava transformar essa visita em contato ou venda.
Na busca com IA, o Google pode consultar diferentes fontes e apresentar uma resposta antes dos resultados tradicionais.
O site pode aparecer como fonte, mas isso não significa que receberá o clique.
O Google está enviando mais ou menos visitas?
Não existe uma resposta única para todos os sites.
De acordo com os comentários oficiais da Alphabet sobre o segundo trimestre de 2026, os recursos de IA aumentaram o volume de pesquisas e estão enviando bilhões de cliques para páginas externas semanalmente.
Ao mesmo tempo, pesquisas independentes encontraram redução de acessos em determinados tipos de conteúdo.
Um estudo acadêmico sobre o impacto das Visões gerais criadas por IA no tráfego da Wikipédia analisou 161.382 pares de artigos.
Os pesquisadores estimaram que a exposição às respostas de IA reduziu em aproximadamente 15% o tráfego diário das páginas analisadas.
A redução foi maior em conteúdos culturais e menor em temas científicos e técnicos. Uma possível explicação apresentada pelo estudo é que respostas curtas conseguem resolver mais facilmente algumas dúvidas, enquanto temas técnicos exigem leitura detalhada.
Outro estudo sobre a ativação e as fontes dos AI Overviews analisou 55.393 pesquisas durante 40 dias.
As respostas de IA apareceram em 13,7% das pesquisas estudadas. Quando a consulta era escrita como uma pergunta, a presença subia para 64,7%.
O mesmo estudo encontrou que quase 30% dos domínios citados não apareciam entre os resultados tradicionais da primeira página para a mesma pesquisa.
Esses estudos são trabalhos acadêmicos recentes e não significam que qualquer site brasileiro perderá a mesma porcentagem de tráfego.
Eles mostram que o impacto varia conforme:
- o assunto;
- a intenção da pesquisa;
- o formato da pergunta;
- a profundidade do conteúdo;
- o tipo de resposta apresentada pelo Google;
- a necessidade de continuar pesquisando.
Quais conteúdos estão mais expostos à perda de cliques?
Conteúdos que respondem dúvidas simples e genéricas estão mais expostos.
Alguns exemplos:
- definição de uma palavra;
- significado de uma sigla;
- data de um acontecimento;
- diferença básica entre dois conceitos;
- resumo curto de uma notícia;
- lista genérica de vantagens;
- resposta encontrada de forma parecida em muitos sites;
- instrução que pode ser explicada em poucas linhas.
Uma página com o título “O que é um site?” pode ser resumida facilmente.
Já um conteúdo mostrando como um site específico foi planejado, quais problemas apareceram, quais configurações foram utilizadas e quais resultados foram obtidos oferece informações próprias.
Quanto mais genérico for o conteúdo, mais fácil será substituí-lo por uma resposta curta.
Sites e blogs deixaram de valer a pena?
Não.
O que perdeu força foi o modelo baseado apenas em publicar respostas genéricas para receber visitas.
Um blog continua sendo útil quando:
- responde dúvidas reais de clientes;
- apresenta experiências próprias;
- mostra estudos de caso;
- explica processos;
- registra testes;
- compara soluções;
- demonstra conhecimento sobre um serviço;
- apresenta dados e fontes;
- ajuda o visitante a tomar uma decisão;
- direciona a pessoa para um serviço, produto ou contato.
Para uma empresa, o objetivo do conteúdo não precisa ser somente gerar uma grande quantidade de acessos.
Uma página pode receber poucas visitas e gerar contatos porque responde uma dúvida comercial específica.
Outra página pode receber milhares de acessos e não gerar nenhum pedido porque atrai pessoas sem intenção de comprar ou contratar.
O site continua importante?
Sim.
Mesmo quando a pessoa recebe uma resposta inicial no Google ou em uma ferramenta de IA, ela ainda pode precisar confirmar:
- quem presta o serviço;
- onde a empresa atende;
- quanto custa;
- como funciona o processo;
- quais projetos foram realizados;
- quais avaliações existem;
- como entrar em contato;
- se a empresa parece confiável;
- quais condições são oferecidas.
O site funciona como um ponto de confirmação.
Ele também reúne informações que normalmente ficam espalhadas entre Instagram, WhatsApp, marketplace, Google e outros canais.
Para um profissional liberal, o site pode apresentar:
- serviços;
- especialidades;
- processo de atendimento;
- localização;
- portfólio;
- avaliações;
- perguntas frequentes;
- caminhos de contato.
Para um lojista, pode apresentar:
- produtos;
- preços;
- estoque;
- formas de pagamento;
- entrega;
- troca;
- garantia;
- informações da empresa.
A resposta da IA pode iniciar a pesquisa. O site ajuda o visitante a confirmar a decisão.
O site pode ser usado como fonte pelas IAs?
Uma página pode aparecer como fonte ou link de apoio nas Visões gerais criadas por IA e no Modo IA.
Para isso, ela precisa estar indexada e qualificada para aparecer normalmente na Pesquisa Google com um trecho de apresentação.
Segundo a documentação oficial sobre recursos de IA e sites na Pesquisa Google, não existe configuração técnica adicional ou Schema especial obrigatório para participar dessas experiências.
As práticas fundamentais de SEO continuam sendo a base:
- permitir o rastreamento;
- manter a página indexável;
- oferecer conteúdo útil;
- usar links internos;
- disponibilizar informações importantes em texto;
- proporcionar boa experiência no celular;
- usar imagens de qualidade;
- manter os dados estruturados coerentes com o conteúdo visível;
- atualizar informações comerciais.
Não é necessário instalar um plugin que prometa cadastrar o site nas inteligências artificiais.
Também não existe configuração que garanta que uma página será citada.
Como preparar um site para a Pesquisa e para as IAs?
1. Produza conteúdo com contribuição própria
Evite apenas reescrever informações encontradas em outros sites.
Inclua elementos como:
- experiência em projetos;
- decisões tomadas;
- erros encontrados;
- resultados;
- exemplos;
- comparações;
- capturas de tela;
- processos;
- dúvidas recebidas de clientes;
- informações locais;
- opiniões acompanhadas de justificativa.
O Google recomenda priorizar conteúdo que ofereça uma perspectiva própria, conhecimento prático e informações que não poderiam ser produzidas de forma genérica por qualquer página.
Um artigo genérico pode ser publicado por praticamente qualquer site.
Um conteúdo baseado em experiência mostra por que aquela página merece ser consultada.
2. Responda primeiro e explique depois
A informação principal deve aparecer rapidamente.
Use perguntas reais como subtítulos e comece com uma resposta direta.
Por exemplo:
Quanto tempo leva para criar um site?
O prazo depende do número de páginas, das funções necessárias e da entrega dos materiais pelo cliente. A data de início e o cronograma precisam ser definidos antes do desenvolvimento.
Depois da resposta direta, apresente detalhes, condições e exemplos.
No conteúdo sobre perguntas de FAQ que ajudam as IAs a interpretar uma página, apresento exemplos adaptados para lojistas, profissionais liberais, infoprodutores e prestadores de serviços.
3. Utilize perguntas frequentes com respostas úteis
O FAQ pode facilitar a localização de respostas específicas dentro do artigo.
Ele também pode ajudar mecanismos de busca e sistemas de IA a identificar:
- conceitos;
- diferenças;
- requisitos;
- limitações;
- etapas;
- respostas objetivas.
Porém, o FAQ não garante que a página será citada por uma IA.
As perguntas precisam ser reais, relevantes e respondidas de maneira clara.
Não é recomendado criar dezenas de perguntas que apenas repetem o texto principal com palavras diferentes.
O Google deixou de exibir os antigos resultados visuais de FAQ na Pesquisa em maio de 2026. Mesmo assim, o bloco de perguntas continua sendo útil para o leitor e para a organização do conteúdo.
4. Crie páginas próximas da decisão do cliente
Conteúdos amplos ajudam na descoberta, mas páginas comerciais precisam responder perguntas mais específicas.
Para profissionais liberais:
- serviço oferecido;
- região atendida;
- atendimento presencial ou online;
- prazo;
- forma de orçamento;
- processo;
- especialidades;
- avaliações;
- perguntas frequentes.
Para lojistas:
- produto;
- preço;
- estoque;
- tamanhos;
- material;
- entrega;
- troca;
- garantia;
- pagamento;
- onde comprar.
Essas informações oferecem mais motivos para o usuário acessar o site.
5. Organize a parte técnica
Um conteúdo pode ser útil e continuar invisível caso o Google não consiga acessar ou interpretar a página.
Confira:
- se o rastreamento está permitido;
- se a página está indexável;
- se aparece no sitemap;
- se existe uma URL canônica correta;
- se os títulos seguem uma hierarquia;
- se o conteúdo principal está disponível como texto;
- se as imagens possuem texto alternativo;
- se os links estão funcionando;
- se a página carrega corretamente no celular;
- se os dados estruturados correspondem ao conteúdo visível;
- se existem links internos relacionados.
No guia sobre como configurar Schema Markup sem programar, explico como utilizar o Rank Math para configurar dados estruturados.
O Schema ajuda o Google a compreender a página. Ele não garante posicionamento, citação ou inclusão em uma resposta de IA.
6. Conecte conteúdos relacionados
Links internos ajudam o visitante a continuar navegando e ajudam os mecanismos a entender a relação entre os assuntos.
Um artigo sobre Google Zero pode se conectar com conteúdos sobre:
- SEO;
- perguntas frequentes;
- dados estruturados;
- busca local;
- Modo IA;
- criação de sites;
- produção de conteúdo.
Os links devem aparecer somente quando a página recomendada complementa o assunto.
Adicionar vários links sem relação com o trecho pode prejudicar a leitura.
7. Ofereça uma próxima etapa
Um conteúdo informativo precisa oferecer um caminho coerente depois da leitura.
Essa próxima etapa pode ser:
- conhecer um serviço;
- visualizar um projeto;
- solicitar orçamento;
- entrar no WhatsApp;
- preencher um formulário;
- agendar uma conversa;
- consultar um produto;
- continuar lendo outro conteúdo.
O CTA deve estar relacionado ao problema apresentado no artigo.
8. Não acompanhe apenas o número de visitas
O total de acessos continua sendo importante, mas não deve ser analisado sozinho.
Acompanhe também:
- impressões;
- consultas;
- posição média;
- cliques no WhatsApp;
- formulários;
- pedidos de orçamento;
- vendas;
- agendamentos;
- taxa de conversão;
- pesquisas pelo nome da empresa;
- visitantes que retornam;
- páginas que iniciaram contatos.
Uma página comercial precisa ser avaliada pelo que ajuda a gerar.
O Search Console mostra a presença do site nas respostas de IA?
O Google começou a disponibilizar um relatório específico para recursos de IA generativa no Search Console.
O relatório de performance da IA generativa pode mostrar:
- impressões;
- páginas exibidas;
- países;
- dispositivos;
- evolução por data.
O relatório inclui dados relacionados às Visões gerais criadas por IA e ao Modo IA.
A liberação ainda está acontecendo para um subconjunto de propriedades. Por isso, é normal que essa área não apareça em todas as contas.
O Google também começou a testar controles que permitem decidir se um site deseja participar dos recursos generativos da Pesquisa.
Segundo o anúncio sobre novos controles e informações para proprietários de sites, os sites que recusarem a participação deixam de receber impressões e tráfego dessas experiências de IA.
Para pequenos negócios que dependem do Google para serem encontrados, essa decisão precisa ser analisada com cuidado.
SEO e GEO são a mesma coisa?
Não exatamente.
SEO trabalha fatores relacionados à descoberta, ao rastreamento, à indexação e à relevância das páginas nos mecanismos de busca.
GEO é um termo usado para práticas relacionadas à compreensão e utilização de conteúdo por sistemas generativos.
Na prática, existe uma grande área de sobreposição:
- conteúdo claro;
- fontes verificáveis;
- autoria;
- exemplos;
- dados;
- estrutura organizada;
- links internos;
- informações atualizadas;
- experiência da página;
- acesso técnico adequado.
Não adianta organizar uma resposta para IA se a página não pode ser rastreada.
Também não adianta ter uma página tecnicamente correta quando o conteúdo é genérico e não acrescenta informações.
Pequenos negócios devem bloquear os recursos de IA do Google?
Na maioria dos casos, não.
Grandes publicadores podem possuir:
- audiência própria;
- assinantes;
- aplicativos;
- acesso direto;
- marca conhecida;
- receita independente da Pesquisa.
Um pequeno negócio normalmente ainda depende do Google para ser encontrado por novos clientes.
Bloquear o rastreamento ou retirar o site dos recursos de IA pode reduzir sua visibilidade e eliminar possíveis impressões e visitas.
Antes de realizar qualquer bloqueio, é necessário entender:
- qual recurso será afetado;
- quais páginas deixarão de aparecer;
- quanto tráfego vem do Google;
- quais alternativas de descoberta existem;
- como os clientes encontram a empresa atualmente.
Não altere o arquivo robots.txt apenas porque leu que as respostas de IA podem reduzir cliques.
Perguntas frequentes sobre Google Zero e buscas com IA
O que é Google Zero?
Google Zero é uma expressão usada para descrever pesquisas nas quais o usuário encontra a resposta dentro do próprio Google e não visita um site externo. Não é o nome oficial de uma ferramenta ou atualização.
As respostas de IA estão reduzindo o tráfego dos sites?
Elas podem reduzir os cliques em determinados tipos de pesquisa, principalmente quando a dúvida é simples e pode ser respondida completamente dentro do Google.
O impacto varia conforme o assunto, o formato da pergunta, a profundidade do conteúdo e a intenção do usuário.
O Google ainda envia visitantes para sites?
Sim.
O Google afirma que seus recursos de IA continuam apresentando links e enviando bilhões de cliques para páginas externas semanalmente.
Isso não significa que todos os sites ou conteúdos estejam recebendo mais visitas.
Como aumentar as chances de um site aparecer nas respostas de IA?
Não existe configuração que garanta uma citação.
O site deve continuar seguindo práticas de SEO, mantendo páginas rastreáveis, indexáveis, úteis, organizadas e com informações próprias.
Conteúdos com exemplos, experiências, dados, fontes, comparações e respostas específicas oferecem mais informações para análise do que textos genéricos.
É necessário utilizar FAQ para aparecer nas inteligências artificiais?
Não é obrigatório.
Porém, perguntas e respostas objetivas podem deixar pontos importantes mais claros para leitores, mecanismos de busca e sistemas que analisam o conteúdo.
O FAQ precisa estar visível na página e complementar realmente o assunto.
O Schema de FAQ garante citações pelas IAs?
Não.
Dados estruturados ajudam os mecanismos a interpretar elementos da página, mas não garantem posicionamento, exibição especial ou citação.
O Google também informa que não exige um Schema especial para participação nas Visões gerais criadas por IA ou no Modo IA.
Ainda vale a pena produzir conteúdo para blog?
Sim, desde que o conteúdo esteja relacionado ao negócio e acrescente informações próprias.
Um blog pode apresentar experiências, processos, estudos de caso, comparações, respostas comerciais e informações que ajudem o visitante a decidir se entra em contato ou contrata um serviço.
Quais conteúdos correm mais risco de perder cliques?
Os mais expostos são conteúdos genéricos, como definições simples, resumos de notícias, listas básicas e respostas encontradas de maneira semelhante em muitos sites.
Conteúdos específicos, técnicos, locais ou baseados em experiência são mais difíceis de substituir por uma resposta curta.
SEO e GEO precisam ser trabalhados separadamente?
Eles possuem diferenças, mas compartilham grande parte da base.
Um site precisa permitir rastreamento, ter páginas indexáveis, conteúdo claro, autoria, fontes, links internos, organização e informações atualizadas.
Essas práticas ajudam tanto a Pesquisa tradicional quanto os recursos generativos.
Preciso criar um arquivo llms.txt?
O Google não exige llms.txt, plugin de GEO ou arquivo especial para incluir páginas nas Visões gerais criadas por IA ou no Modo IA.
A documentação do Google informa que esse arquivo não melhora nem prejudica a visibilidade na Pesquisa Google.
O Google Zero significa o fim do SEO?
Não.
Os recursos de IA continuam utilizando os sistemas da Pesquisa e páginas presentes no índice do Google.
Rastreamento, indexação, conteúdo útil, autoridade temática, experiência da página e links continuam relevantes.
Uma página pode ser citada mesmo sem estar na primeira posição?
Sim.
Um estudo acadêmico encontrou que quase 30% dos domínios citados pelos AI Overviews não apareciam entre os resultados tradicionais da primeira página para a mesma consulta.
Isso indica que classificação tradicional e escolha de fontes para a resposta de IA possuem relação, mas não são exatamente o mesmo processo.
Conclusão
Google Zero não significa o fim dos sites.
A expressão descreve o enfraquecimento de um modelo em que bastava publicar uma resposta simples, aparecer bem posicionado e esperar o clique.
O Google está incorporando respostas de inteligência artificial à Pesquisa e informa que isso está aumentando o uso do serviço.
Ao mesmo tempo, páginas genéricas podem perder visitas quando a resposta completa aparece antes dos resultados tradicionais.
Para empresas, a saída não é abandonar o site.
É utilizar o site como:
- fonte de informação;
- apresentação profissional;
- prova de confiança;
- canal de contato;
- catálogo;
- portfólio;
- base própria;
- parte do processo comercial.
Conteúdos baseados em experiências, exemplos, informações específicas e decisões práticas oferecem mais motivos para a pessoa visitar a página.
Seu site aparece no Google, mas não gera contatos?
Posso analisar suas páginas, seus conteúdos e seus canais de contato para identificar o que está dificultando sua presença na Pesquisa e nas ferramentas de IA.
Falar com Wesley pelo WhatsApp
Fontes consultadas
- Alphabet: comentários do CEO sobre os resultados do segundo trimestre de 2026
- Google Search Central: recursos de IA e seu site
- Google Search Central: orientações para recursos de IA generativa
- Google Search Console: relatório de performance da IA generativa
- Google Brasil: controles e informações para proprietários de sites
- Estudo sobre o impacto das Visões gerais criadas por IA no tráfego da Wikipédia
- Estudo sobre ativação, fontes e impacto dos AI Overviews




