Redesign de site: antes e depois de um projeto real para uma empresa

Redesign de site antes e depois. Redesign de site não significa apenas trocar cores, fontes e imagens.

Em um projeto real, também pode ser necessário reorganizar conteúdos, revisar serviços, melhorar a apresentação no celular, facilitar o contato e atualizar a forma como a empresa se apresenta.

Neste estudo de caso, mostro o antes e depois do site de uma empresa do ramo de redes de proteção.

O projeto partiu de uma estrutura que já possuía identidade visual, apresentação da empresa, serviços, galeria, marcas parceiras, avaliação e botão de contato.

Portanto, não se tratava de substituir um site completamente vazio ou inutilizável.

O objetivo foi reorganizar e ampliar a apresentação do negócio, criando uma estrutura mais detalhada para serviços, projetos, conteúdo e contato.

Também separo o que pode ser observado nas imagens, o que foi relatado pelo cliente e o que não foi medido durante o projeto.

Atualizado em 3 de agosto de 2026.

Redesign de site antes e depois. O que é um redesign de site

Redesign é a revisão de uma interface existente.

O trabalho pode envolver mudanças em:

  • identidade visual;
  • tipografia;
  • cores;
  • imagens;
  • páginas;
  • navegação;
  • conteúdo;
  • componentes;
  • formulários;
  • versão móvel;
  • desempenho;
  • acessibilidade;
  • SEO;
  • integrações.

Nem todo redesign altera todos esses elementos.

Em alguns projetos, a tecnologia continua a mesma e apenas a apresentação é reorganizada.

Em outros, a estrutura precisa ser reconstruída.

Redesign, atualização e reconstrução são diferentes

Esses termos costumam ser usados como se significassem a mesma coisa.

Atualização pontual

Corrige um problema específico.

Exemplos:

  • telefone antigo;
  • nova fotografia;
  • formulário;
  • texto;
  • botão;
  • horário;
  • página de serviço.

Redesign parcial

Revisa partes selecionadas do site.

Exemplos:

  • página inicial;
  • versão móvel;
  • menu;
  • páginas comerciais;
  • checkout;
  • blog.

Redesign completo

Reorganiza de forma ampla a interface e a estrutura de apresentação.

Pode envolver:

  • novo sistema visual;
  • novas páginas;
  • conteúdo;
  • hierarquia;
  • componentes;
  • navegação.

Reconstrução

Cria uma nova base técnica.

Pode incluir:

  • tema novo;
  • novo construtor;
  • outra plataforma;
  • banco de dados;
  • templates;
  • plugins;
  • integrações.

A reconstrução pode incluir um redesign, mas nem todo redesign exige reconstruir o site.

Qual foi o segmento do projeto

O projeto foi desenvolvido para uma empresa que trabalha com redes de proteção.

Esse tipo de serviço pode atender aplicações como:

  • janelas;
  • varandas;
  • sacadas;
  • escadas;
  • piscinas;
  • áreas de lazer;
  • ambientes com animais;
  • espaços infantis;
  • instalações residenciais e comerciais.

O site precisava apresentar os serviços de forma visual, porque o cliente costuma querer compreender:

  • onde a rede pode ser instalada;
  • como fica o resultado;
  • quais ambientes são atendidos;
  • como solicitar uma avaliação;
  • como entrar em contato.

O que já existia no site anterior

A versão anterior não era formada apenas por um banner e um telefone.

Ela já possuía:

  • logotipo;
  • menu;
  • seção inicial;
  • proposta de serviço;
  • botão;
  • apresentação da empresa;
  • cards informativos;
  • processo de trabalho;
  • galeria;
  • marcas parceiras;
  • avaliação;
  • chamada para contato;
  • rodapé.

Essa observação é importante.

O redesign não criou todos os elementos do zero.

Ele reorganizou uma base que já existia.

Por que o “antes” não deve ser diminuído

Em estudos de caso de design, existe uma tendência de tratar a versão anterior como completamente errada para valorizar a versão nova.

Essa comparação pode ser enganosa.

Um redesign pode ter valor mesmo quando o site anterior:

  • funcionava;
  • possuía identidade;
  • apresentava serviços;
  • recebia contatos;
  • estava publicado corretamente.

O negócio pode ter crescido.

Os serviços podem ter mudado.

As fotografias podem ter aumentado.

O proprietário pode precisar de uma apresentação mais detalhada.

A tecnologia também pode precisar de manutenção.

O objetivo de um estudo de caso não deve ser ridicularizar o trabalho anterior.

Deve ser mostrar quais decisões foram tomadas e por quê.

O que motivou a revisão

O relato original do projeto registrou necessidades relacionadas a:

  • organização das informações;
  • clareza sobre os serviços;
  • atualização do conteúdo;
  • contato;
  • apresentação visual.

Também houve relatos do cliente sobre dúvidas recebidas no atendimento e sobre a necessidade de transmitir melhor o nível atual do negócio.

Esses pontos serviram como direcionamento.

Porém, não foram realizados ou preservados testes formais capazes de medir cada problema.

Por isso, o projeto precisa ser apresentado como uma reorganização baseada no diagnóstico e no relato do cliente, não como uma correção comprovada de todos os indicadores.

O que não foi documentado antes do redesign

Não foram publicados dados anteriores sobre:

  • quantidade de visitantes;
  • origem do tráfego;
  • taxa de engajamento;
  • tempo na página;
  • cliques no WhatsApp;
  • formulários;
  • ligações;
  • leads;
  • vendas;
  • Core Web Vitals;
  • tarefas de usabilidade;
  • percepção dos clientes.

Sem essa linha de base, não é possível calcular uma porcentagem de melhora depois da entrega.

O que pode ser observado nas imagens

As capturas permitem comparar aspectos visuais e estruturais.

Elas não mostram:

  • desempenho real;
  • funcionamento no celular;
  • comportamento dos usuários;
  • resultado comercial;
  • qualidade do atendimento;
  • velocidade em dispositivos reais;
  • quantidade de contatos.

Uma imagem documenta a aparência de uma página em determinado momento.

Ela não substitui Analytics, Search Console, testes e registros comerciais.

A estrutura anterior

Na versão anterior, a página apresentava uma sequência mais concentrada.

A composição incluía:

  1. cabeçalho;
  2. seção inicial;
  3. apresentação;
  4. informações sobre a empresa;
  5. processo;
  6. galeria;
  7. marcas;
  8. avaliação;
  9. chamada;
  10. rodapé.

O site já utilizava a cor azul e imagens relacionadas ao serviço.

Também já existiam botões de contato.

A estrutura depois do redesign

A versão posterior apresenta uma página mais extensa e dividida em diferentes blocos.

Entre os elementos visíveis estão:

  • seção inicial reformulada;
  • cards de diferenciais;
  • apresentação da empresa;
  • imagem profissional;
  • galeria de instalações;
  • categorias de aplicação;
  • marcas;
  • conteúdos informativos;
  • serviços ou projetos;
  • avaliações;
  • formulário;
  • mapa;
  • rodapé ampliado.

O redesign aumentou a quantidade de pontos em que o visitante pode conhecer o negócio.

Isso não significa automaticamente que a página passou a converter mais.

Significa que existe mais informação disponível e uma separação visual mais evidente entre os assuntos.

Mudança 1: primeira seção

A seção inicial é uma das partes mais importantes para orientação.

Ela ajuda a responder:

  • qual empresa é esta;
  • qual serviço oferece;
  • qual é a localização;
  • qual ação está disponível.

Na versão redesenhada, o serviço recebeu uma apresentação mais direta e uma composição com maior contraste entre título, imagem e chamada.

A área inicial não precisa explicar tudo.

Ela precisa oferecer contexto suficiente para que a pessoa decida se continuará.

Proposta de valor sem prometer resultado

A primeira seção deve evitar frases genéricas como:

  • segurança garantida em qualquer situação;
  • proteção total;
  • melhor empresa da cidade;
  • resultado perfeito.

Uma proposta mais verificável pode informar:

  • o serviço;
  • a área atendida;
  • os tipos de aplicação;
  • como solicitar avaliação.

O site pode comunicar confiança sem criar garantias que o serviço ou o projeto não conseguem sustentar.

Mudança 2: diferenciais organizados em cards

Cards podem ajudar a separar informações curtas.

Neste projeto, eles foram utilizados para destacar pontos relacionados ao atendimento e ao serviço.

Um card precisa ser compreendido sem depender apenas do ícone.

Ele pode conter:

  • título;
  • explicação breve;
  • informação verificável.

Não é recomendável preencher cards apenas com frases comerciais como:

  • qualidade;
  • confiança;
  • excelência;
  • compromisso.

Essas palavras precisam ser explicadas.

Mudança 3: apresentação da empresa

A versão redesenhada amplia a seção sobre a empresa.

Essa parte pode ajudar o visitante a identificar:

  • quem presta o serviço;
  • experiência;
  • região;
  • forma de trabalho;
  • contato;
  • responsabilidade.

Uma fotografia real pode aproximar a comunicação quando possui autorização e representa corretamente a equipe.

Ela não deve ser usada para criar uma equipe inexistente.

Mudança 4: mais imagens de instalações

Para uma empresa de redes de proteção, fotografias possuem uma função prática.

Elas mostram como o serviço pode ser aplicado em:

  • janelas;
  • sacadas;
  • escadas;
  • piscinas;
  • áreas com animais;
  • diferentes tipos de imóvel.

Uma imagem real pode responder dúvidas que seriam difíceis de explicar apenas por texto.

Cuidados com fotografias

Antes de publicar, é necessário verificar:

  • autorização;
  • privacidade;
  • endereço;
  • rostos;
  • placas;
  • documentos;
  • crianças;
  • informações do imóvel.

Também é importante deixar claro quando a fotografia representa:

  • projeto executado pela empresa;
  • exemplo;
  • imagem ilustrativa;
  • aplicação possível.

O site não deve apresentar uma imagem de banco como se fosse um trabalho realizado.

Mudança 5: aplicações organizadas por necessidade

O redesign passou a apresentar diferentes utilizações do serviço de forma mais visual.

Essa organização pode ajudar alguém que ainda não conhece o nome técnico do produto.

A pessoa pode reconhecer sua necessidade por uma situação:

  • proteção para gatos;
  • segurança infantil;
  • fechamento de varanda;
  • rede para piscina;
  • proteção de escada.

A estrutura precisa permanecer ligada aos serviços realmente oferecidos.

Mudança 6: marcas e materiais

A apresentação de marcas pode ajudar quando elas representam produtos realmente utilizados.

É necessário evitar:

  • logotipos sem autorização;
  • marcas com as quais não existe relação;
  • uso que sugira certificação inexistente;
  • afirmações técnicas sem documentação.

A presença de uma marca não substitui a explicação sobre:

  • material;
  • especificação;
  • manutenção;
  • garantia;
  • adequação ao ambiente.

Mudança 7: conteúdo informativo

A versão posterior apresenta mais espaço para orientações e conteúdos.

Artigos podem ajudar a explicar temas como:

  • manutenção;
  • limpeza;
  • aplicações;
  • escolha;
  • instalação;
  • segurança;
  • cuidados.

Esse conteúdo também pode apoiar a presença orgânica do site quando responde a dúvidas reais.

Publicar artigos não garante posição ou tráfego.

Eles precisam ser corretos, atualizados e relacionados ao serviço.

Mudança 8: avaliações

A versão anterior já possuía prova social.

No redesign, avaliações e outros elementos de confiança receberam nova apresentação.

Essa é uma correção importante em relação ao texto antigo deste estudo de caso.

Não seria correto afirmar que o site anterior não possuía prova social.

A mudança esteve na forma como ela foi organizada e destacada.

Avaliações precisam ser verdadeiras

Antes de publicar uma avaliação, confirme:

  • origem;
  • autorização;
  • relação com o serviço;
  • data;
  • identidade, quando aplicável.

Não invente:

  • nota;
  • texto;
  • fotografia;
  • quantidade;
  • nome;
  • selo.

Também não retire uma frase de contexto para criar uma impressão diferente do relato original.

Mudança 9: chamadas para contato

O redesign utiliza chamadas em diferentes pontos da página.

Isso pode facilitar o contato para pessoas que não desejam retornar ao início.

Porém, repetir o mesmo botão em várias seções não garante mais conversões.

Os botões precisam:

  • funcionar;
  • utilizar número correto;
  • abrir uma mensagem coerente;
  • ser visíveis no celular;
  • respeitar o horário;
  • levar ao atendimento correto.

CTA fixo

Um botão de WhatsApp fixo pode facilitar o acesso.

Ele também pode cobrir:

  • conteúdo;
  • botão;
  • aviso;
  • formulário;
  • recurso de acessibilidade.

É necessário testar em diferentes tamanhos de tela.

Mudança 10: formulário e mapa

A versão posterior apresenta mais recursos de contato e localização.

Um formulário pode ser útil para quem não deseja abrir o WhatsApp.

O mapa pode ajudar quando existe uma localização verdadeira e relevante para o atendimento.

O endereço precisa corresponder à operação.

Caso a empresa não receba clientes no local, a apresentação deve evitar criar essa expectativa.

O formulário precisa ser testado

Um redesign não está concluído apenas porque o formulário aparece visualmente.

É necessário testar:

  • envio;
  • destinatário;
  • confirmação;
  • spam;
  • mensagem de erro;
  • versão móvel;
  • privacidade;
  • armazenamento;
  • segurança.

Também é necessário verificar se a empresa responde.

O redesign alterou a percepção do negócio?

Visualmente, a nova versão apresenta o negócio com:

  • maior quantidade de informação;
  • mais imagens;
  • mais seções;
  • serviços mais segmentados;
  • identidade mais explorada;
  • mais pontos de contato.

Isso pode mudar a percepção de um visitante.

Entretanto, o projeto não possui uma pesquisa publicada que meça essa mudança.

Por isso, a conclusão deve permanecer no campo qualitativo.

O que o cliente relatou

Depois da entrega, o cliente relatou:

  • aumento de contatos;
  • redução de dúvidas repetidas;
  • percepção de maior confiança entre clientes.

Esse relato é relevante porque mostra a experiência do contratante.

Ele não deve ser convertido em porcentagem ou garantia.

Não existem dados publicados sobre:

  • quantos contatos existiam;
  • quantos passaram a existir;
  • qual foi o período;
  • qual origem gerou os contatos;
  • quantos viraram vendas;
  • quais dúvidas diminuíram.

Outros fatores podem ter participado

Mesmo quando os contatos aumentam depois de um redesign, outras mudanças podem ter ocorrido.

Exemplos:

  • anúncios;
  • sazonalidade;
  • indicações;
  • Google;
  • avaliações;
  • redes sociais;
  • mudança de preço;
  • atendimento;
  • novo telefone;
  • maior procura.

Sem um teste controlado, não é possível atribuir todo o resultado ao site.

O redesign pode ter contribuído.

Isso é diferente de dizer que foi a única causa.

Clique no WhatsApp não é cliente

Um clique pode resultar em:

  • mensagem;
  • dúvida;
  • suporte;
  • orçamento;
  • toque acidental;
  • desistência.

Para medir o resultado, seria necessário acompanhar:

  1. clique;
  2. conversa;
  3. lead válido;
  4. orçamento;
  5. venda;
  6. receita.

Como eu mediria este projeto hoje

Antes de iniciar, criaria uma linha de base.

Período anterior

Reuniria dados de um período como 30, 60 ou 90 dias, dependendo do volume.

Analisaria:

  • usuários;
  • sessões;
  • origens;
  • páginas;
  • cliques;
  • formulários;
  • chamadas;
  • leads;
  • vendas.

Período posterior

Após a estabilização, compararia um período equivalente.

Também consideraria:

  • sazonalidade;
  • campanhas;
  • feriados;
  • mudanças de preço;
  • alterações no atendimento.

Eventos no Google Analytics

O Google Analytics permite registrar interações como eventos.

Ações importantes para o negócio podem ser marcadas como eventos principais.

Para este site, poderiam ser configurados:

  • clique no WhatsApp;
  • clique no telefone;
  • abertura do formulário;
  • envio do formulário;
  • acesso à rota;
  • visualização de serviço.

O evento precisa representar corretamente a ação.

Eventos não confirmam vendas

Um envio de formulário não confirma que a empresa vendeu.

O acompanhamento pode exigir:

  • CRM;
  • planilha;
  • etiquetas;
  • registro do atendimento;
  • valor da venda.

O objetivo é relacionar o comportamento no site com o resultado comercial.

Medição de dúvidas

Para verificar se as perguntas repetidas diminuíram, a empresa poderia classificar as conversas.

Exemplos de categorias:

  • preço;
  • localização;
  • tipo de rede;
  • aplicação;
  • garantia;
  • prazo;
  • manutenção;
  • orçamento.

Depois, compararia a frequência antes e depois.

Sem esse registro, a conclusão permanece baseada na percepção do atendimento.

Teste de tarefas

Também seria possível observar pessoas utilizando o site.

As tarefas poderiam ser:

  • encontre proteção para uma sacada;
  • localize uma instalação para animais;
  • descubra como pedir orçamento;
  • encontre a localização;
  • consulte projetos realizados.

O teste mostraria:

  • sucesso;
  • dificuldade;
  • caminho;
  • dúvida;
  • tempo.

Percepção e usabilidade não são iguais

Uma pessoa pode dizer que o site ficou mais bonito e continuar sem encontrar o serviço.

Outra pode achar o visual simples e concluir a tarefa rapidamente.

Por isso, um projeto pode avaliar:

Percepção

  • profissional;
  • atual;
  • confiável;
  • organizado;
  • relacionado ao segmento.

Usabilidade

  • conseguiu localizar;
  • entendeu;
  • preencheu;
  • concluiu;
  • encontrou erro.

As duas dimensões são importantes.

Velocidade

A página atual afirma que houve otimização de velocidade.

Sem um relatório anterior, não é possível quantificar a mudança.

O que pode ser feito em um redesign inclui:

  • comprimir imagens;
  • utilizar formatos modernos;
  • reduzir scripts;
  • revisar plugins;
  • evitar vídeos pesados;
  • carregar recursos quando necessários;
  • revisar fontes;
  • remover componentes abandonados.

Core Web Vitals

As Core Web Vitals observam:

LCP

Carregamento do principal conteúdo visível.

INP

Capacidade de resposta às interações.

CLS

Estabilidade dos elementos durante o carregamento.

Os dados precisam ser analisados em conjunto com a experiência completa.

Uma boa pontuação não garante contato ou posição no Google.

PageSpeed Insights

O PageSpeed Insights pode fornecer:

  • dados de campo, quando disponíveis;
  • diagnóstico de laboratório;
  • oportunidades técnicas.

Uma comparação correta deveria registrar:

  • URL;
  • data;
  • dispositivo;
  • resultado;
  • ambiente;
  • alterações.

Testes únicos podem variar.

Versão móvel

A comparação publicada mostra páginas completas em uma composição estreita, mas não substitui testes em celulares reais.

No redesign, é necessário verificar:

  • menu;
  • títulos;
  • botões;
  • imagens;
  • galeria;
  • cards;
  • formulário;
  • mapa;
  • WhatsApp;
  • rodapé.

Uma seção adequada no computador pode ficar longa ou confusa no celular.

Acessibilidade

O redesign também deve considerar pessoas que utilizam:

  • teclado;
  • leitor de tela;
  • ampliação;
  • legendas;
  • alto contraste;
  • redução de movimento.

Entre os pontos de revisão estão:

  • contraste;
  • texto alternativo;
  • rótulos;
  • foco;
  • títulos;
  • mensagens de erro;
  • ordem de leitura;
  • tamanho das áreas clicáveis.

As WCAG 2.2 oferecem critérios para tornar o conteúdo mais perceptível, operável, compreensível e compatível com diferentes tecnologias.

SEO durante o redesign

Um redesign pode afetar a presença no Google quando altera:

  • URLs;
  • títulos;
  • conteúdo;
  • links internos;
  • sitemap;
  • dados estruturados;
  • indexação;
  • desempenho.

A mudança precisa ser planejada.

Preserve URLs adequadas

Caso uma página já possua uma URL correta e continue tratando do mesmo assunto, normalmente não há necessidade de trocá-la apenas por causa do visual.

Preservar o endereço pode reduzir riscos e manter:

  • links;
  • acessos;
  • histórico;
  • compartilhamentos.

Quando a URL precisa mudar

Pode ser necessário alterar quando:

  • o endereço está incorreto;
  • o serviço mudou;
  • existe duplicidade;
  • a estrutura foi reorganizada;
  • o conteúdo foi consolidado.

Nesse caso, utilize redirecionamento permanente da página antiga para a nova correspondente.

Não direcione todas as páginas removidas para a página inicial.

Checklist de SEO para redesign

  • inventário das URLs antigas;
  • mapa das URLs novas;
  • redirecionamentos;
  • títulos;
  • meta descrições;
  • links internos;
  • imagens;
  • textos alternativos;
  • sitemap;
  • robots.txt;
  • noindex;
  • páginas canônicas;
  • Search Console;
  • testes de rastreamento.

Redesign não garante melhor posição

O Google considera vários sinais.

Melhorar conteúdo, experiência e desempenho pode contribuir para a qualidade do site.

Não existe garantia de:

  • indexação;
  • primeira página;
  • aumento de tráfego;
  • posição específica;
  • mais contatos.

Quando um site precisa apenas de ajustes

Ajustes podem ser suficientes quando:

  • estrutura continua adequada;
  • tecnologia recebe manutenção;
  • poucas informações estão antigas;
  • formulários funcionam;
  • versão móvel está correta;
  • identidade ainda representa o negócio.

Exemplos:

  • reorganizar a primeira seção;
  • criar nova página;
  • atualizar portfólio;
  • corrigir formulário;
  • melhorar imagens;
  • revisar botões.

Quando considerar redesign

Um redesign pode fazer sentido quando:

  • o negócio mudou;
  • serviços não estão claros;
  • páginas não possuem hierarquia;
  • identidade está inconsistente;
  • informações importantes ficam escondidas;
  • versão móvel precisa de revisão;
  • componentes não atendem mais;
  • conteúdo cresceu sem organização.

Quando considerar reconstrução

Uma nova base pode ser necessária quando:

  • plataforma foi abandonada;
  • código não pode ser mantido;
  • existem erros recorrentes;
  • site não recebe atualizações;
  • tema bloqueia alterações;
  • plugins entram em conflito;
  • segurança está comprometida;
  • estrutura não comporta o projeto.

A decisão precisa vir de diagnóstico.

Idade não é critério suficiente

Um site não precisa ser redesenhado porque completou dois anos.

Também não se torna automaticamente moderno porque foi publicado recentemente.

Avalie:

  • informação;
  • funcionamento;
  • compatibilidade;
  • experiência;
  • conteúdo;
  • resultado;
  • manutenção.

Prazo de redesign

O prazo varia conforme o escopo.

Uma página pequena pode ser reorganizada em poucos dias.

Um site com várias páginas, integrações e conteúdo pode exigir semanas ou meses.

Entre as etapas estão:

  1. diagnóstico;
  2. inventário;
  3. conteúdo;
  4. estrutura;
  5. design;
  6. desenvolvimento;
  7. revisão;
  8. testes;
  9. publicação;
  10. acompanhamento.

O cliente também participa do prazo

O projeto pode depender de:

  • textos;
  • fotografias;
  • acessos;
  • aprovação;
  • informações;
  • políticas;
  • serviços;
  • avaliações;
  • dados comerciais.

Sem esses materiais, o redesign pode ficar parado ou ser publicado com conteúdo incompleto.

Como documentar um próximo redesign

Antes

Registre:

  • páginas;
  • capturas;
  • tráfego;
  • eventos;
  • contatos;
  • Core Web Vitals;
  • erros;
  • dúvidas;
  • feedback.

Durante

Registre:

  • objetivos;
  • hipóteses;
  • decisões;
  • alterações;
  • conteúdo;
  • redirecionamentos;
  • testes.

Depois

Registre:

  • funcionamento;
  • dados;
  • tarefas;
  • contatos;
  • feedback;
  • problemas;
  • correções.

Estrutura recomendada para um estudo de caso

Contexto

Quem era o negócio e o que precisava ser revisto.

Diagnóstico

Quais problemas foram encontrados e como foram identificados.

Objetivos

O que o projeto pretendia melhorar.

Restrições

Prazo, plataforma, conteúdo, orçamento e acessos.

Solução

Quais alterações foram realizadas.

Resultado

O que foi medido e o que foi relatado.

Limitações

Quais dados não estavam disponíveis.

Aprendizados

O que seria mantido ou alterado.

O que este projeto permite concluir

Com base no material publicado, é possível afirmar que:

  • o site foi redesenhado;
  • a estrutura posterior é mais extensa;
  • serviços e aplicações foram reorganizados;
  • mais imagens foram incorporadas;
  • conteúdos receberam novos blocos;
  • contato e localização ganharam espaço;
  • o cliente relatou mudanças positivas.

O que este projeto não permite concluir

Não é possível afirmar com precisão que:

  • a taxa de rejeição caiu;
  • a velocidade aumentou em determinada porcentagem;
  • a conversão aumentou;
  • o WhatsApp recebeu certa quantidade de contatos;
  • as vendas cresceram;
  • os usuários realizaram tarefas mais rapidamente;
  • o redesign foi a única causa dos resultados relatados.

Essa diferença torna o estudo de caso mais transparente.

Relação entre aparência e resultado

O redesign modificou a forma como a empresa se apresenta.

Entretanto, um site não funciona apenas pela aparência.

Ele precisa combinar:

  • conteúdo;
  • hierarquia;
  • navegação;
  • desempenho;
  • celular;
  • acessibilidade;
  • contato;
  • atendimento;
  • mensuração.

No artigo sobre site bonito e site que converte, explico como esses elementos participam da experiência.

Como funciona um projeto profissional

Um redesign precisa ser planejado de acordo com o negócio.

O processo pode envolver:

  • levantamento;
  • páginas;
  • conteúdo;
  • protótipo;
  • desenvolvimento;
  • testes;
  • publicação;
  • manutenção.

O guia sobre como funciona a criação de um site profissional mostra como essas etapas são organizadas.

Erros comuns em redesign

Mudar apenas as cores

O problema pode estar no conteúdo ou na navegação.

Apagar tudo sem inventário

Páginas importantes podem ser perdidas.

Alterar todas as URLs

Isso cria trabalho e risco desnecessários.

Não medir antes

O projeto fica sem base de comparação.

Escolher o layout antes do conteúdo

A estrutura passa a seguir espaços vazios.

Ignorar o celular

A maior parte da página pode ficar difícil de utilizar.

Instalar muitos recursos

O site pode ficar pesado e instável.

Publicar sem testar

Formulários e links podem estar quebrados.

Não preparar redirecionamentos

Usuários e mecanismos encontram erros.

Afirmar resultados sem dados

Feedback qualitativo é transformado em estatística.

Plano prático para avaliar seu site

Etapa 1: verifique se funciona

Teste:

  • links;
  • formulário;
  • WhatsApp;
  • telefone;
  • menu;
  • páginas;
  • pagamento.

Etapa 2: confira as informações

Revise:

  • serviços;
  • equipe;
  • endereço;
  • horário;
  • preços;
  • políticas;
  • fotografias.

Etapa 3: teste no celular

Observe:

  • leitura;
  • toque;
  • carregamento;
  • formulário;
  • imagens.

Etapa 4: analise os dados

Consulte:

  • Analytics;
  • Search Console;
  • contatos;
  • vendas;
  • atendimento.

Etapa 5: converse com clientes

Pergunte:

  • o que procuravam;
  • o que não encontraram;
  • qual dúvida permaneceu;
  • por que entraram em contato.

Etapa 6: classifique os problemas

Separe:

  • conteúdo;
  • design;
  • técnico;
  • SEO;
  • atendimento;
  • comercial.

Etapa 7: escolha o nível da intervenção

Defina:

  • ajuste;
  • redesign parcial;
  • redesign completo;
  • reconstrução.

Checklist de redesign

Diagnóstico

  • Objetivo definido
  • Público identificado
  • Páginas inventariadas
  • Problemas documentados
  • Dados anteriores salvos
  • Feedback registrado

Conteúdo

  • Serviços atualizados
  • Textos revisados
  • Fotografias autorizadas
  • Avaliações verdadeiras
  • Contato correto
  • Políticas adequadas

Estrutura

  • Navegação
  • Hierarquia
  • Páginas
  • Serviços
  • Chamadas
  • Rodapé

Design

  • Identidade
  • Contraste
  • Tipografia
  • Imagens
  • Espaçamento
  • Componentes

Celular

  • Menu
  • Botões
  • Cards
  • Galeria
  • Formulário
  • Mapa
  • WhatsApp

Desempenho

  • Imagens
  • Scripts
  • Plugins
  • Fontes
  • LCP
  • INP
  • CLS

Acessibilidade

  • Texto alternativo
  • Rótulos
  • Teclado
  • Foco
  • Contraste
  • Mensagens de erro

SEO

  • URLs preservadas
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Antes e Depois Como um Redesign de Site Mudou a Percepção de um Negócio (1)
Versão anterior do site de uma empresa de redes de proteção antes do redesign
Antes e Depois Como um Redesign de Site Mudou a Percepção de um Negócio (1)
Versão redesenhada do site de uma empresa de redes de proteção com serviços e conteúdos reorganizados

Perguntas frequentes

O que é redesign de site?

É a revisão da interface e da estrutura de um site existente. Pode envolver aparência, conteúdo, páginas, navegação, desempenho e funcionalidades.

Redesign significa refazer tudo?

Não. Alguns projetos exigem apenas ajustes ou uma revisão parcial.

Quanto tempo leva?

Depende da quantidade de páginas, conteúdo, integrações, aprovações e tecnologia. Não existe prazo universal.

Um site com mais de dois anos precisa de redesign?

Não necessariamente. A necessidade depende do estado atual, das informações, do funcionamento e dos objetivos.

O redesign deste projeto aumentou os contatos?

O cliente relatou aumento. Não há relatório público com quantidade, período ou comparação que permita calcular o resultado.

A taxa de rejeição diminuiu?

Não existe um relatório publicado que confirme essa mudança.

O site anterior não possuía prova social?

Possuía. A imagem anterior já mostra marcas e uma seção de avaliação. O redesign reorganizou e ampliou esses elementos.

O redesign melhorou a velocidade?

O projeto incluiu revisão técnica, mas não existem resultados anteriores e posteriores publicados que permitam quantificar a diferença.

Um site mais bonito transmite mais confiança?

A aparência pode influenciar a percepção. Isso não substitui informação verdadeira, funcionamento, transparência e usabilidade.

Redesign garante mais vendas?

Não. O resultado também depende de tráfego, oferta, preço, atendimento, concorrência e operação.

Preciso alterar as URLs?

Somente quando houver uma justificativa. URLs adequadas podem ser preservadas. Alterações precisam de redirecionamentos.

Como medir o resultado?

Compare períodos equivalentes e acompanhe eventos, leads, vendas, desempenho e feedback.

Clique no WhatsApp é uma conversão?

Pode ser uma etapa importante, mas não confirma que houve conversa, lead ou venda.

Preciso reconstruir meu site?

A decisão depende de diagnóstico técnico e estrutural. Um redesign visual pode ser suficiente em alguns casos.

Conclusão

O redesign deste projeto alterou de forma clara a apresentação do negócio.

A nova versão passou a utilizar:

  • mais seções;
  • mais imagens;
  • serviços organizados;
  • conteúdos informativos;
  • avaliações;
  • formulário;
  • mapa;
  • novos pontos de contato.

O cliente relatou mais contatos, menos dúvidas repetidas e maior confiança percebida depois da entrega.

Esses relatos são relevantes, mas não substituem dados.

Não existem relatórios publicados que permitam calcular:

  • aumento de conversão;
  • queda na taxa de rejeição;
  • melhora de velocidade;
  • crescimento de vendas.

O principal aprendizado deste projeto é que redesign não deve ser tratado apenas como troca de aparência.

Ele pode revisar a forma como a empresa:

  • apresenta serviços;
  • responde dúvidas;
  • mostra projetos;
  • conduz o contato;
  • organiza informações.

Também não é necessário esperar uma quantidade fixa de anos.

A decisão entre ajuste, redesign e reconstrução precisa começar por um diagnóstico do conteúdo, da tecnologia, da experiência e dos resultados.

Seu site ainda representa corretamente a estrutura e o nível atual do seu negócio?

Posso analisar as páginas existentes e identificar o que pode ser mantido, reorganizado ou reconstruído antes de iniciar um redesign.

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Fontes consultadas

Nielsen Norman Group: introdução à usabilidade

Nielsen Norman Group: princípios para páginas iniciais

Nielsen Norman Group: efeito estética-usabilidade

Google: Core Web Vitals e resultados da Pesquisa

Google: experiência na página

Google Analytics: eventos e eventos principais

Google: mudanças e migrações de sites

Google: redirecionamentos e Pesquisa

W3C: Web Content Accessibility Guidelines

PageSpeed Insights

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